Amamos nossas
qualidades e odiamos nossos defeitos.
E quanto mais os
amamos ou quanto mais os odiamos, mais força, mais poder damos a estes
sentimentos.
Uma atitude mais
sensata seria então que não alimentássemos este sentimento de ódio por
aquilo que em nós não desperta admiração. Se olhássemos com maior
compreensão para nossas imperfeições, perceberíamos que por trás de cada
uma delas existe uma causa, uma motivação.
Quando conseguirmos
transformar este sentimento de raiva em
compreensão,
estaremos iniciando um processo de auto-cura, que irá gradativamente
dissolver as raízes daquilo que consideramos imperfeição.
E, simultaneamente,
estaremos ampliando nossa capacidade de sentir o verdadeiro amor, o amor
que não impõe condições para se manifestar.