
Muitas vezes nos assustamos diante
das mudanças que somos forçados a realizar.
Quase sempre nos preocupamos com
aquilo que não conhecemos. Há uma tendência, em muitas pessoas, de se
apegarem às situações, às rotinas, aos hábitos antigos.
E quando uma mudança destes padrões
é imposta, a primeira reação destas pessoas é de medo diante do
desconhecido.
Poucos são os que param para
analisar e constatar que mudanças ocorrem diariamente na vida de cada
um.
Nenhum dia é exatamente igual ao
anterior; cada momento é único.
Podemos até acreditar que alguns
fatos se repetem, mas se observarmos com atenção veremos que nada é
igual ao que já foi. Inclusive nós mesmos. Enquanto tivermos vida
estaremos em constante renovação. Cada vida é, na verdade, um somatório
de várias vidas. Quem somos hoje, nada mais é senão a conseqüência do
que fomos ontem. Embora permaneçamos com a mesma identidade,
interiormente passamos por grandes mudanças.
Evoluímos sempre. Ou a vida não
teria sentido.
E, no entanto, nunca sentimos medo
de continuar vivendo!
Aceitar as mudanças é permitir-se
crescer. Negá-las é fixar-se num momento; é algemar-se ao presente,
impedindo a si mesmo de viver o futuro.
Aceite quem você foi, mas deixe que
viva aquele que você será!