
É mais fácil
dividir culpas do que assumí-las sozinho.
É mais fácil adiar
soluções difíceis do que tentar resolvê-las quando surgem.
Não deveríamos
deixar que, por comodismos ou descaso, pequenos problemas se
transformassem em grandes.
Como também não
deveríamos deixar que uma simples incompreensão se transformasse em
motivo de mágoas.
Se as pessoas são
diferentes é compreensível que pensem e ajam de maneiras diferentes
também. De que adianta criticar o que não compreendemos ou não
aceitamos? Seria bem mais razoável que procurássemos entender os
motivos alheios do que simplesmente rotulá-los de errados.
Quantos já não se
magoaram com alguém por acreditar que não foram compreendidos ou
respeitados. Mas será que eles, em algum momento, tentaram compreender
os motivos do outro?
Ás vezes esperamos
que as pessoas com as quais lidamos possuam características que estas
não possuem. Imaginamos que todos sentem e reagem da mesma maneira.
Mas pessoas são
diferentes.
Procurar entender
os motivos alheios não significa necessariamente aprová-los, mas nos
ajudará a perceber que cada um somente poderá oferecer aquilo que
possui.
Quando não
esperamos de alguém mais do que esta pessoa pode oferecer, não nos
magoaremos com aquilo que ela não nos der.
